segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Brasileirão 2008 (já era!!!)
Sinceramente, a vontade que dá é virar torcedora do Ipatinga... Talvez, com menos expectativas sobre o time a gente sofra menos. Na reta final do brasileirão, os torcedores acreditando em brigar pelo título... o time leva de cinco do Flamengo. É de chorar!!!! Ontem não quis nem ver o resto do segundo tempo quando já tava cansada de me decepcionar, principalmente com a defesa do Palmeiras. Outro que não ta me descendo é o ‘Luxado’ Luxemburgo... agora ficou bonito, com uma luxação no braço, até combinou! Ele se acha um pouco demais, mas acho que agora se perdeu, isso sim. O São Paulo na liderança com 68 pontos, o Palmeiras em 5º com 61.... É...estamos fora mesmo, só por um milagre. Mas acho que Deus não ta muito afim de ajudar não. Eu diria pro Luxemburgo: “vá treinar o Corínthians no ano que vem, pra ver se eles voltam pra segundona!” rsrs A chance agora é ficar com uma das quatro vagas pra Libertadores... mas... já nem to acreditando muito não!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Vereadores de capitais aumentam salários em até 147%
Em pelo menos 7 das 26 capitais brasileiras, os vereadores eleitos e reeleitos começarão 2009 com um salário mais gordo. Seis propostas já aprovadas e uma a ser votada garantirão aumentos de vencimentos para as Câmaras de Vitória (ES), Salvador (BA), Curitiba (PR), João Pessoa (PE), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Recife (PE). O maior aumento concedido até agora é o de Vitória (ES), onde os vereadores elevaram seus salários de R$ 3 mil para R$ 7,4 mil. O reajuste de 147% foi aprovado no dia 29 de outubro. Dos 12 vereadores presentes à sessão, apenas um foi contrário à proposta.
Salvador e Curitiba são as duas capitais com o segundo maior índice de aumento. Na capital baiana, onde foi registrado o maior índice de renovação de cadeiras na história da Câmara, os atuais vereadores se apressaram em aprovar às vésperas da eleição um aumento de 29% nos salários, que, a partir de 2009, sobem de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil. Em Curitiba, os 38 parlamentares que assumem seus postos em 2009 iniciarão o ano com um salário 29% superior ao atual. Os vereadores decidiram, às vésperas da disputa eleitoral, cuidar de deixar os bolsos dos sucessores, e os próprios, mais cheios. Assim, elevaram seus vencimentos de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil.
Em Recife (PE), onde a Câmara terá um vereador a mais a partir de janeiro, totalizando 37 cadeiras, o salário deve ser aumentado de R$ 7,5 mil para R$ 9 mil, mas o projeto ainda não foi votado. Pela Constituição, os salários dos vereadores variam de 20% a 75% do vencimento do deputado estadual, conforme o número de habitantes. No Rio, por exemplo, a Câmara paga a seus vereadores R$ 9,2 mil, mas, a partir de janeiro de 2009, eles poderão passar a ganhar exatamente 75% dos vencimentos de um deputado estadual, por força de regra da legislação - o que deverá lhes garantir vencimentos de R$ 9,4 mil, sem necessidade de projetos específicos de aumento.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Que maravilha não é?? Gostaria de saber se algum trabalhador brasileiro aumenta o próprio salário... que vergonha!
Salvador e Curitiba são as duas capitais com o segundo maior índice de aumento. Na capital baiana, onde foi registrado o maior índice de renovação de cadeiras na história da Câmara, os atuais vereadores se apressaram em aprovar às vésperas da eleição um aumento de 29% nos salários, que, a partir de 2009, sobem de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil. Em Curitiba, os 38 parlamentares que assumem seus postos em 2009 iniciarão o ano com um salário 29% superior ao atual. Os vereadores decidiram, às vésperas da disputa eleitoral, cuidar de deixar os bolsos dos sucessores, e os próprios, mais cheios. Assim, elevaram seus vencimentos de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil.
Em Recife (PE), onde a Câmara terá um vereador a mais a partir de janeiro, totalizando 37 cadeiras, o salário deve ser aumentado de R$ 7,5 mil para R$ 9 mil, mas o projeto ainda não foi votado. Pela Constituição, os salários dos vereadores variam de 20% a 75% do vencimento do deputado estadual, conforme o número de habitantes. No Rio, por exemplo, a Câmara paga a seus vereadores R$ 9,2 mil, mas, a partir de janeiro de 2009, eles poderão passar a ganhar exatamente 75% dos vencimentos de um deputado estadual, por força de regra da legislação - o que deverá lhes garantir vencimentos de R$ 9,4 mil, sem necessidade de projetos específicos de aumento.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Que maravilha não é?? Gostaria de saber se algum trabalhador brasileiro aumenta o próprio salário... que vergonha!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
A crise financeira mundial e o best-seller “Pai Rico, Pai Pobre”
Quem curte livros da área de finanças pessoais com certeza já leu ou pelo menos ouviu falar de “Pai Rico, Pai Pobre”. O empresário, investidor e escritor nipo-americano Robert Kiyosaki ficou muito conhecido após o sucesso deste seu primeiro best-seller (lançado no Brasil em 2000). Depois desse vieram outros livros na mesma linha, como o que eu li ano passado “Guia do Pai Rico”. Este traz detalhes de norte-americanos que seguiram os conselhos do autor e investiram em imóveis. Muitos hipotecaram as próprias casas. Quer dizer, o banco lhes emprestou uma porcentagem do valor da casa tendo o próprio imóvel como garantia do pagamento das prestações. Com esse montante os novos investidores deram entrada em outras casas. E com o aluguel desses imóveis pagavam as prestações da hipoteca. Um negócio fantástico. Onde o maior risco aparente seria não conseguir alugar a casa. Opa, espera aí! Isso hoje não lhe faz lembrar algo familiar? Bingo!
Quando li os livros há alguns anos até me empolguei. Meu pai e meu irmão também leram. As idéias de Robert foram temas de muitas conversas lá em casa. Cheguei a me informar se no Brasil esse tipo de hipoteca também existia, como funcionava. A idéia parecia tão boa, tão boa: nos Estados Unidos, tantas pessoas antes desempregadas, ou mesmo assalariadas virando investidores, adquirindo vários imóveis. Por que não seria um bom investimento?
Mas um belo dia desse ano a surpresa: uma crise de proporções mundiais que começou por conta de que quem entrou nesse negócio não consegue mais pagar as hipotecas. Nos Estados Unidos os problemas começaram ainda em 2004 com a alta dos juros. Como conseqüência da alta inadimplência, as instituições financeiras começaram a quebrar por falta de liquidez. Em seguida uma crise de confiança no mercado bloqueou os empréstimos, a sólida economia do país mais rico do mundo começou a balançar. E a bola de neve que se formou foi atravessando as fronteiras.
Eu não posso dizer (e quem sou eu pra dizer?) que a culpa dessa crise é do Robert Kiyosaki, de maneira nenhuma. O fato é que ele influenciou muita gente a entrar nesse ramo. Em pouco tempo o mercado se viu abarrotado desses novos “investidores”. Talvez o problema deles foi ter confiado demais na estabilidade econômica americana. Não contaram com a alta dos juros e nem com a seqüente especulação imobiliária que fez o valor dos imóveis despencar.
É certo que o tempo de vacas gordas nos Estados Unidos acabaram, e o pior é que no Brasil elas também já estão de dieta! De fato estamos mais bem estruturados pra não sofrer tanto. Às vezes o governo parece otimista demais, mas na verdade está fazendo o papel dele. Tem de segurar até onde der... Imagine se o governo diz agora que as perspectivas não são boas? Causaria ainda mais medo o que travaria ainda mais o mercado.
Pro brasileiro que já estava se acostumando com crescimento econômico, as notícias de férias coletivas em indústrias, cancelamentos de concursos, desistência de contratações, sem falar nas empresas que já tinham anunciado gigantescos investimentos e agora estão segurando pra ver até onde vai essa crise, causa no mínimo receio. Ninguém quer se arriscar a investir em nada. Eu, graças a Deus não hipotequei a minha casa. Mas que já perdi um dinheirinho na bolsa de valores, ah já!
Quando li os livros há alguns anos até me empolguei. Meu pai e meu irmão também leram. As idéias de Robert foram temas de muitas conversas lá em casa. Cheguei a me informar se no Brasil esse tipo de hipoteca também existia, como funcionava. A idéia parecia tão boa, tão boa: nos Estados Unidos, tantas pessoas antes desempregadas, ou mesmo assalariadas virando investidores, adquirindo vários imóveis. Por que não seria um bom investimento?
Mas um belo dia desse ano a surpresa: uma crise de proporções mundiais que começou por conta de que quem entrou nesse negócio não consegue mais pagar as hipotecas. Nos Estados Unidos os problemas começaram ainda em 2004 com a alta dos juros. Como conseqüência da alta inadimplência, as instituições financeiras começaram a quebrar por falta de liquidez. Em seguida uma crise de confiança no mercado bloqueou os empréstimos, a sólida economia do país mais rico do mundo começou a balançar. E a bola de neve que se formou foi atravessando as fronteiras.
Eu não posso dizer (e quem sou eu pra dizer?) que a culpa dessa crise é do Robert Kiyosaki, de maneira nenhuma. O fato é que ele influenciou muita gente a entrar nesse ramo. Em pouco tempo o mercado se viu abarrotado desses novos “investidores”. Talvez o problema deles foi ter confiado demais na estabilidade econômica americana. Não contaram com a alta dos juros e nem com a seqüente especulação imobiliária que fez o valor dos imóveis despencar.
É certo que o tempo de vacas gordas nos Estados Unidos acabaram, e o pior é que no Brasil elas também já estão de dieta! De fato estamos mais bem estruturados pra não sofrer tanto. Às vezes o governo parece otimista demais, mas na verdade está fazendo o papel dele. Tem de segurar até onde der... Imagine se o governo diz agora que as perspectivas não são boas? Causaria ainda mais medo o que travaria ainda mais o mercado.
Pro brasileiro que já estava se acostumando com crescimento econômico, as notícias de férias coletivas em indústrias, cancelamentos de concursos, desistência de contratações, sem falar nas empresas que já tinham anunciado gigantescos investimentos e agora estão segurando pra ver até onde vai essa crise, causa no mínimo receio. Ninguém quer se arriscar a investir em nada. Eu, graças a Deus não hipotequei a minha casa. Mas que já perdi um dinheirinho na bolsa de valores, ah já!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Vandalismo no interior!
Responda rápido: Você valoriza o que é dos outros e o que é da coletividade? Se respondeu sim, parabéns! Você está num seleto grupo de pessoas que respeitam o espaço dos outros. No entanto, basta chegar a segunda-feira para nos depararmos com o resultado das ações de um outro grupo: “gente” que joga lixos nas ruas, calçadas, parques e avenidas; quebra lâmpadas; picha paredes e muros... Para esses seres o que é público é do governo e “ele” que se vire, que limpe, que conserte. E se não respeitam o que é de todos, inclusive deles, imagine o que é apenas dos outros.
Até então eu costumava ver pichação de muros na televisão. Coisa de cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, onde muitos moradores já nem pintam mais os muros de suas casas e comércios porque é tempo e dinheiro jogados no lixo. No dia seguinte amanhecem pichados novamente.
Mas agora, essa falta de respeito, de bom senso, chegou ao interior, chegou à minha casa. Aqui já vi muito lixo nas ruas, na praça central, até já imaginei encontrar minha porta arrombada, mas ver meu muro pichado, foi, sinceramente, uma grande surpresa pra mim e para os meus vizinhos de condomínio.
“Manos de fé”, parece piada. Mas foi o que escreveram, bem grande, bem visível. A dúvida que fica é: Fé em que têm esses “manos”? Fé de que nunca serão responsabilizados? Fé de que um comportamento desses é “da hora”, é plausível?
Tivessem eles pelo menos um pouco de Fé em Deus, no ser humano, na família, no trabalho, e teriam consciência de que atos de vandalismo não são exemplos de nada e muito menos forma de representar alguma causa. São pura e simplesmente ações altamente recrimináveis. Seja pichar, jogar lixo ou invadir o espaço do outro de qualquer forma, são comportamentos que acendem a luz amarela e me fazem pensar: “Do que mais são capazes? Onde isso vai parar?”
Até então eu costumava ver pichação de muros na televisão. Coisa de cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, onde muitos moradores já nem pintam mais os muros de suas casas e comércios porque é tempo e dinheiro jogados no lixo. No dia seguinte amanhecem pichados novamente.
Mas agora, essa falta de respeito, de bom senso, chegou ao interior, chegou à minha casa. Aqui já vi muito lixo nas ruas, na praça central, até já imaginei encontrar minha porta arrombada, mas ver meu muro pichado, foi, sinceramente, uma grande surpresa pra mim e para os meus vizinhos de condomínio.
“Manos de fé”, parece piada. Mas foi o que escreveram, bem grande, bem visível. A dúvida que fica é: Fé em que têm esses “manos”? Fé de que nunca serão responsabilizados? Fé de que um comportamento desses é “da hora”, é plausível?
Tivessem eles pelo menos um pouco de Fé em Deus, no ser humano, na família, no trabalho, e teriam consciência de que atos de vandalismo não são exemplos de nada e muito menos forma de representar alguma causa. São pura e simplesmente ações altamente recrimináveis. Seja pichar, jogar lixo ou invadir o espaço do outro de qualquer forma, são comportamentos que acendem a luz amarela e me fazem pensar: “Do que mais são capazes? Onde isso vai parar?”
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