Hoje a notícia da vez é o apagão que prejudicou principalmente São Paulo e o Rio de Janeiro, mas atingiu 10 estados, 800 cidades ou 60 milhões de brasileiros. Aqui em Entre Rios, Guarapuava no Paraná não sei se chegou a faltar luz, mas o abajur que fica ligado no meu quarto ficava piscando. Deve ter sido o mesmo defeito que aconteceu no oeste de Santa Catarina, principalmente em Videira. O problema foi em Itaipu, ainda não sabem direito o que aconteceu, se tem ou não haver com a ventania que derrubou várias árvores ontem em Foz do Iguaçu. Parece ter sido um problema de transmissão que fica a cargo de Furnas. O fato também foi noticiado na imprensa internacional. Alguns jornais do Japão até lembraram o fato do blackout ter acontecido na capital financeira do país e na cidade que "ganhou o direito" de receber as olimpíadas. (Parecem magoados...) Segundo informações de profissionais que falaram ao Bom Dia Brasil de hoje, é preciso melhorar a qualidade da gestão da energia no país. Parece que SP que consome 30% da energia não tem um centro de controle, só tem um no RJ. Isso atrasou bastante o religamento da energia. (cerca de 3 horas)
Teve gente presa em elevador, em trens e metrôs, princípios de rebeliões nos presídios e o pior que eu vi: em Bauru um hospital público não tem gerador e lá funciona uma uti neonatal. 5 bebês prematuros foram transferidos às pressas para outro hospital, graças a respiradores manuais e ao esforço de médicos, enfermeiros e até vigilantes. E um com problemas renais não foi transferido porque poderia morrer. Um absurdo. Esse hospital já vem sendo investigado por desvio de verba. A PF já prendeu diretores gestores da associação de lá que mantém o hospital...mas não sei como está agora.
É preciso agora aproveitar o incidente e discutir sobre o sistema brasileiro de energia. O que é preciso e onde é possível melhorar?
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Brasileirão 2009
Será que vai virar moda agora? Todo ano vai ser a mesma coisa? O Palmeiras vai indo bem, dando pinta de que agora vai e daí morre na praia? Ontem, com a derrota para o Fluminense o Palmeiras perdeu a liderança para o São Paulo. Tá certo que fomos roubados né...anularam gol legítimo! Mas enfim... agora não adianta chorar... Segue de novo inclusive a mesma história, lá vai o São Paulo. Será que vai ser como ano passado? Ave... sinceramente, não sei se minha “fé” torcedora supera mais uma decepção dessa. Vamos ver no que dá!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Seja feita a vontade do bebê!
Lendo a Veja da semana passada (12/10/09) percebi que fiz quase tudo certo com minha filha que hoje tem 9 anos e que estou no caminho, ainda a tempo de consertar algumas coisas com meu filho de 9 meses. Durante anos os pediatras estudaram o comportamento dos bebês e descobriram coisas interessantíssimas. A bendita (seria mais adequado “maldita”) cólica dos 3 meses, por exemplo. Até então achava-se que eram gases. Minha filha chorou bastante por conta dessas dores, meu filho bem pouco. Eu também achava que eram gases, tanto que as massagens que fazíamos eram com a intenção de eliminar os gases. Mas os estudos dos pediatras mostraram que as dores ocorrem por causa de movimentos peristálticos involuntários do intestino do bebê, por conta da imaturidade do sistema nervoso. Tratamento: massagens e o velho paninho quente da vovó. (Quem é pai e mãe sabe o quanto se tenta de tudo nessas horas... é horrível ver o neném chorar sem parar...tadinho)
Outra coisa super interessante que achei foi a proibição de dar leite de vaca ou de origem animal pro bebê, pelo menos até um ano de idade. Pra minha filha eu comecei a dar leite de vaca com 8 meses, logo que saiu do peito. Sabendo disso agora vou me informar melhor pro meu filho quando ele precisar. Diz na reportagem que as fórmulas de leite em pó criadas a partir de 2000 são as melhores, pois levam em conta as descobertas feitas e melhoraram suas composições. Por que não o leite de vaca? Os pediatras dizem que o leite de vaca tem proteína demais pra capacidade de digestão do bebê. E como eles absorvem bem nessa fase, a proteína cai na corrente sanguínea e pode causar alergias.
Quem já não ouviu dizer sobre choro do bebê: é manha, deixe ele chorar. Bom, o que dizem os pediatras agora é o seguinte, verifique bem o motivo do choro. Se não for fome, frio, calor, dor ou fralda suja... pode ser que o bebê esteja precisando de acolhimento. Em 90% dos casos, segundo a reportagem, o choro do bebê é um alerta de um desconforto real. Choro de birra vem acompanhado de gritinhos geralmente.
Não dei chupeta pra nenhum dos meus filhos. Confesso que mais por convicção do meu marido e por lembrar da minha história, só larguei a chupeta com 5 anos de idade. Depois de milhares de tentativas, minha mãe disse que o coelhinho da páscoa só vinha se eu enterrasse minha chupeta na horta. Enterrei. Durou meio dia a iniciativa, no fim da tarde fui desenterrar. Mas as formigas tinham comido. Isso foi o que minha mãe inventou, ela já prevendo meu arrependimento, desenterrou e jogou no lixo. Minha mãe me conhecia bem né? Hehe. Talvez meus filhos seriam bebês mais calminhos se tivessem chupeta, mas nenhum chupou dedo pelo menos.
O peso do meu bebê preocupa um pouco. Ele já tem peso de dois anos, com 9 meses: 11,5 kg. Mas já desacelerou o ritmo de engordar. Como ele só mamou no peito até 6 meses, e foi nesse período que mais engordou, não me preocupo tanto. Mas controlo bastante a comida dele. Pouco carboidrato.
A posição pra dormir, barriga pra cima, ainda não estou totalmente convencida, apesar da campanha da Pastoral da Criança e também pela divulgação na reportagem da Veja. Até dois anos atrás a recomendação era pra criança dormir de lado. Hoje a academia brasileira de Pediatria recomenda barriga pra cima. Na verdade pelo que entendi o perigo é o bebê virar de bruços dormindo de lado, porque a explicação é que o risco de morte súbita se o bebê está de bruços é 9 vezes maior. E diz que de lado há risco de engasgar em caso de vômito. Se eles dizem né, mas ainda tenho minhas dúvidas nesse item. Pior é que na propaganda da pastoral da criança colocaram um bebê num berço reto que parece que a cabeça está ainda mais baixa que o corpo. Isso é um perigo. Bom é sempre deixar o berço inclinado, com a cabeça sempre mais alta.
Bom, muitas orientações e convicções mesmo mudam de tempos em tempos. Gosto quando algo é bem explicadinho, aí dá pra entender e seguir.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Brasileirão 2008 (já era!!!)
Sinceramente, a vontade que dá é virar torcedora do Ipatinga... Talvez, com menos expectativas sobre o time a gente sofra menos. Na reta final do brasileirão, os torcedores acreditando em brigar pelo título... o time leva de cinco do Flamengo. É de chorar!!!! Ontem não quis nem ver o resto do segundo tempo quando já tava cansada de me decepcionar, principalmente com a defesa do Palmeiras. Outro que não ta me descendo é o ‘Luxado’ Luxemburgo... agora ficou bonito, com uma luxação no braço, até combinou! Ele se acha um pouco demais, mas acho que agora se perdeu, isso sim. O São Paulo na liderança com 68 pontos, o Palmeiras em 5º com 61.... É...estamos fora mesmo, só por um milagre. Mas acho que Deus não ta muito afim de ajudar não. Eu diria pro Luxemburgo: “vá treinar o Corínthians no ano que vem, pra ver se eles voltam pra segundona!” rsrs A chance agora é ficar com uma das quatro vagas pra Libertadores... mas... já nem to acreditando muito não!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Vereadores de capitais aumentam salários em até 147%
Em pelo menos 7 das 26 capitais brasileiras, os vereadores eleitos e reeleitos começarão 2009 com um salário mais gordo. Seis propostas já aprovadas e uma a ser votada garantirão aumentos de vencimentos para as Câmaras de Vitória (ES), Salvador (BA), Curitiba (PR), João Pessoa (PE), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Recife (PE). O maior aumento concedido até agora é o de Vitória (ES), onde os vereadores elevaram seus salários de R$ 3 mil para R$ 7,4 mil. O reajuste de 147% foi aprovado no dia 29 de outubro. Dos 12 vereadores presentes à sessão, apenas um foi contrário à proposta.
Salvador e Curitiba são as duas capitais com o segundo maior índice de aumento. Na capital baiana, onde foi registrado o maior índice de renovação de cadeiras na história da Câmara, os atuais vereadores se apressaram em aprovar às vésperas da eleição um aumento de 29% nos salários, que, a partir de 2009, sobem de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil. Em Curitiba, os 38 parlamentares que assumem seus postos em 2009 iniciarão o ano com um salário 29% superior ao atual. Os vereadores decidiram, às vésperas da disputa eleitoral, cuidar de deixar os bolsos dos sucessores, e os próprios, mais cheios. Assim, elevaram seus vencimentos de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil.
Em Recife (PE), onde a Câmara terá um vereador a mais a partir de janeiro, totalizando 37 cadeiras, o salário deve ser aumentado de R$ 7,5 mil para R$ 9 mil, mas o projeto ainda não foi votado. Pela Constituição, os salários dos vereadores variam de 20% a 75% do vencimento do deputado estadual, conforme o número de habitantes. No Rio, por exemplo, a Câmara paga a seus vereadores R$ 9,2 mil, mas, a partir de janeiro de 2009, eles poderão passar a ganhar exatamente 75% dos vencimentos de um deputado estadual, por força de regra da legislação - o que deverá lhes garantir vencimentos de R$ 9,4 mil, sem necessidade de projetos específicos de aumento.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Que maravilha não é?? Gostaria de saber se algum trabalhador brasileiro aumenta o próprio salário... que vergonha!
Salvador e Curitiba são as duas capitais com o segundo maior índice de aumento. Na capital baiana, onde foi registrado o maior índice de renovação de cadeiras na história da Câmara, os atuais vereadores se apressaram em aprovar às vésperas da eleição um aumento de 29% nos salários, que, a partir de 2009, sobem de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil. Em Curitiba, os 38 parlamentares que assumem seus postos em 2009 iniciarão o ano com um salário 29% superior ao atual. Os vereadores decidiram, às vésperas da disputa eleitoral, cuidar de deixar os bolsos dos sucessores, e os próprios, mais cheios. Assim, elevaram seus vencimentos de R$ 7,1 mil para R$ 9,2 mil.
Em Recife (PE), onde a Câmara terá um vereador a mais a partir de janeiro, totalizando 37 cadeiras, o salário deve ser aumentado de R$ 7,5 mil para R$ 9 mil, mas o projeto ainda não foi votado. Pela Constituição, os salários dos vereadores variam de 20% a 75% do vencimento do deputado estadual, conforme o número de habitantes. No Rio, por exemplo, a Câmara paga a seus vereadores R$ 9,2 mil, mas, a partir de janeiro de 2009, eles poderão passar a ganhar exatamente 75% dos vencimentos de um deputado estadual, por força de regra da legislação - o que deverá lhes garantir vencimentos de R$ 9,4 mil, sem necessidade de projetos específicos de aumento.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Que maravilha não é?? Gostaria de saber se algum trabalhador brasileiro aumenta o próprio salário... que vergonha!
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
A crise financeira mundial e o best-seller “Pai Rico, Pai Pobre”
Quem curte livros da área de finanças pessoais com certeza já leu ou pelo menos ouviu falar de “Pai Rico, Pai Pobre”. O empresário, investidor e escritor nipo-americano Robert Kiyosaki ficou muito conhecido após o sucesso deste seu primeiro best-seller (lançado no Brasil em 2000). Depois desse vieram outros livros na mesma linha, como o que eu li ano passado “Guia do Pai Rico”. Este traz detalhes de norte-americanos que seguiram os conselhos do autor e investiram em imóveis. Muitos hipotecaram as próprias casas. Quer dizer, o banco lhes emprestou uma porcentagem do valor da casa tendo o próprio imóvel como garantia do pagamento das prestações. Com esse montante os novos investidores deram entrada em outras casas. E com o aluguel desses imóveis pagavam as prestações da hipoteca. Um negócio fantástico. Onde o maior risco aparente seria não conseguir alugar a casa. Opa, espera aí! Isso hoje não lhe faz lembrar algo familiar? Bingo!
Quando li os livros há alguns anos até me empolguei. Meu pai e meu irmão também leram. As idéias de Robert foram temas de muitas conversas lá em casa. Cheguei a me informar se no Brasil esse tipo de hipoteca também existia, como funcionava. A idéia parecia tão boa, tão boa: nos Estados Unidos, tantas pessoas antes desempregadas, ou mesmo assalariadas virando investidores, adquirindo vários imóveis. Por que não seria um bom investimento?
Mas um belo dia desse ano a surpresa: uma crise de proporções mundiais que começou por conta de que quem entrou nesse negócio não consegue mais pagar as hipotecas. Nos Estados Unidos os problemas começaram ainda em 2004 com a alta dos juros. Como conseqüência da alta inadimplência, as instituições financeiras começaram a quebrar por falta de liquidez. Em seguida uma crise de confiança no mercado bloqueou os empréstimos, a sólida economia do país mais rico do mundo começou a balançar. E a bola de neve que se formou foi atravessando as fronteiras.
Eu não posso dizer (e quem sou eu pra dizer?) que a culpa dessa crise é do Robert Kiyosaki, de maneira nenhuma. O fato é que ele influenciou muita gente a entrar nesse ramo. Em pouco tempo o mercado se viu abarrotado desses novos “investidores”. Talvez o problema deles foi ter confiado demais na estabilidade econômica americana. Não contaram com a alta dos juros e nem com a seqüente especulação imobiliária que fez o valor dos imóveis despencar.
É certo que o tempo de vacas gordas nos Estados Unidos acabaram, e o pior é que no Brasil elas também já estão de dieta! De fato estamos mais bem estruturados pra não sofrer tanto. Às vezes o governo parece otimista demais, mas na verdade está fazendo o papel dele. Tem de segurar até onde der... Imagine se o governo diz agora que as perspectivas não são boas? Causaria ainda mais medo o que travaria ainda mais o mercado.
Pro brasileiro que já estava se acostumando com crescimento econômico, as notícias de férias coletivas em indústrias, cancelamentos de concursos, desistência de contratações, sem falar nas empresas que já tinham anunciado gigantescos investimentos e agora estão segurando pra ver até onde vai essa crise, causa no mínimo receio. Ninguém quer se arriscar a investir em nada. Eu, graças a Deus não hipotequei a minha casa. Mas que já perdi um dinheirinho na bolsa de valores, ah já!
Quando li os livros há alguns anos até me empolguei. Meu pai e meu irmão também leram. As idéias de Robert foram temas de muitas conversas lá em casa. Cheguei a me informar se no Brasil esse tipo de hipoteca também existia, como funcionava. A idéia parecia tão boa, tão boa: nos Estados Unidos, tantas pessoas antes desempregadas, ou mesmo assalariadas virando investidores, adquirindo vários imóveis. Por que não seria um bom investimento?
Mas um belo dia desse ano a surpresa: uma crise de proporções mundiais que começou por conta de que quem entrou nesse negócio não consegue mais pagar as hipotecas. Nos Estados Unidos os problemas começaram ainda em 2004 com a alta dos juros. Como conseqüência da alta inadimplência, as instituições financeiras começaram a quebrar por falta de liquidez. Em seguida uma crise de confiança no mercado bloqueou os empréstimos, a sólida economia do país mais rico do mundo começou a balançar. E a bola de neve que se formou foi atravessando as fronteiras.
Eu não posso dizer (e quem sou eu pra dizer?) que a culpa dessa crise é do Robert Kiyosaki, de maneira nenhuma. O fato é que ele influenciou muita gente a entrar nesse ramo. Em pouco tempo o mercado se viu abarrotado desses novos “investidores”. Talvez o problema deles foi ter confiado demais na estabilidade econômica americana. Não contaram com a alta dos juros e nem com a seqüente especulação imobiliária que fez o valor dos imóveis despencar.
É certo que o tempo de vacas gordas nos Estados Unidos acabaram, e o pior é que no Brasil elas também já estão de dieta! De fato estamos mais bem estruturados pra não sofrer tanto. Às vezes o governo parece otimista demais, mas na verdade está fazendo o papel dele. Tem de segurar até onde der... Imagine se o governo diz agora que as perspectivas não são boas? Causaria ainda mais medo o que travaria ainda mais o mercado.
Pro brasileiro que já estava se acostumando com crescimento econômico, as notícias de férias coletivas em indústrias, cancelamentos de concursos, desistência de contratações, sem falar nas empresas que já tinham anunciado gigantescos investimentos e agora estão segurando pra ver até onde vai essa crise, causa no mínimo receio. Ninguém quer se arriscar a investir em nada. Eu, graças a Deus não hipotequei a minha casa. Mas que já perdi um dinheirinho na bolsa de valores, ah já!
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Vandalismo no interior!
Responda rápido: Você valoriza o que é dos outros e o que é da coletividade? Se respondeu sim, parabéns! Você está num seleto grupo de pessoas que respeitam o espaço dos outros. No entanto, basta chegar a segunda-feira para nos depararmos com o resultado das ações de um outro grupo: “gente” que joga lixos nas ruas, calçadas, parques e avenidas; quebra lâmpadas; picha paredes e muros... Para esses seres o que é público é do governo e “ele” que se vire, que limpe, que conserte. E se não respeitam o que é de todos, inclusive deles, imagine o que é apenas dos outros.
Até então eu costumava ver pichação de muros na televisão. Coisa de cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, onde muitos moradores já nem pintam mais os muros de suas casas e comércios porque é tempo e dinheiro jogados no lixo. No dia seguinte amanhecem pichados novamente.
Mas agora, essa falta de respeito, de bom senso, chegou ao interior, chegou à minha casa. Aqui já vi muito lixo nas ruas, na praça central, até já imaginei encontrar minha porta arrombada, mas ver meu muro pichado, foi, sinceramente, uma grande surpresa pra mim e para os meus vizinhos de condomínio.
“Manos de fé”, parece piada. Mas foi o que escreveram, bem grande, bem visível. A dúvida que fica é: Fé em que têm esses “manos”? Fé de que nunca serão responsabilizados? Fé de que um comportamento desses é “da hora”, é plausível?
Tivessem eles pelo menos um pouco de Fé em Deus, no ser humano, na família, no trabalho, e teriam consciência de que atos de vandalismo não são exemplos de nada e muito menos forma de representar alguma causa. São pura e simplesmente ações altamente recrimináveis. Seja pichar, jogar lixo ou invadir o espaço do outro de qualquer forma, são comportamentos que acendem a luz amarela e me fazem pensar: “Do que mais são capazes? Onde isso vai parar?”
Até então eu costumava ver pichação de muros na televisão. Coisa de cidade grande, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, onde muitos moradores já nem pintam mais os muros de suas casas e comércios porque é tempo e dinheiro jogados no lixo. No dia seguinte amanhecem pichados novamente.
Mas agora, essa falta de respeito, de bom senso, chegou ao interior, chegou à minha casa. Aqui já vi muito lixo nas ruas, na praça central, até já imaginei encontrar minha porta arrombada, mas ver meu muro pichado, foi, sinceramente, uma grande surpresa pra mim e para os meus vizinhos de condomínio.
“Manos de fé”, parece piada. Mas foi o que escreveram, bem grande, bem visível. A dúvida que fica é: Fé em que têm esses “manos”? Fé de que nunca serão responsabilizados? Fé de que um comportamento desses é “da hora”, é plausível?
Tivessem eles pelo menos um pouco de Fé em Deus, no ser humano, na família, no trabalho, e teriam consciência de que atos de vandalismo não são exemplos de nada e muito menos forma de representar alguma causa. São pura e simplesmente ações altamente recrimináveis. Seja pichar, jogar lixo ou invadir o espaço do outro de qualquer forma, são comportamentos que acendem a luz amarela e me fazem pensar: “Do que mais são capazes? Onde isso vai parar?”
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